Nuvem híbrida: o que é, como funciona e quando vale a pena
Nuvem híbrida combina servidor na empresa, nuvem privada e nuvem pública. Veja como funciona, exemplos práticos e quando vale a pena para sua empresa.
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TCO de TI (Total Cost of Ownership, ou custo total de propriedade) é tudo o que a empresa gasta para ter e manter um ambiente de TI durante a vida útil dele: equipamento, licenças, energia, climatização, link, manutenção, equipe e depreciação. Ele mostra o custo real de um servidor, que quase sempre é bem maior que o preço do equipamento.
O orçamento do servidor novo chega e parece razoável. Só que o preço do equipamento é a menor parte da conta. Energia, ar-condicionado, licenças, manutenção e as horas da equipe aparecem depois, espalhados em outras linhas do orçamento. O TCO junta tudo isso num número só.
TCO é a sigla de Total Cost of Ownership, ou custo total de propriedade. Na TI, é a soma de todos os custos de um ambiente durante o período em que ele é usado, normalmente de 3 a 5 anos.
O TCO responde a pergunta certa: quanto custa ter isso funcionando, e não só quanto custa comprar.
Exemplo simplificado: R$ 90.000 de investimento inicial mais R$ 3.500 por mês de despesas, em 36 meses, dão um TCO de R$ 216.000, ou R$ 6.000 por mês. Os valores são ilustrativos; use os da sua empresa.
O passo seguinte é colocar ao lado o custo da nuvem no mesmo período e comparar.
O TCO mede o custo. O ROI (retorno sobre o investimento) mede o ganho em relação ao que foi investido:
| TCO | ROI | |
|---|---|---|
| Pergunta | Quanto custa ter e manter? | Quanto a mudança devolve? |
| Olha para | Custos do ambiente | Economia e ganhos da decisão |
| Uso típico | Comparar servidor local com nuvem | Justificar a migração para a diretoria |
A fórmula do ROI é: (ganho com a mudança − custo da mudança) ÷ custo da mudança. Se migrar para a nuvem reduz R$ 100.000 por ano de custos e a migração custa R$ 20.000, o ROI no primeiro ano é de 400%.
Porque boa parte do TCO não aparece na nota fiscal do equipamento:
Quando tudo isso entra na conta, a nuvem costuma sair mais previsível e, muitas vezes, mais barata. Leia também: trocar o servidor ou migrar para a nuvem.
A planilha comparativa on-premise vs cloud já traz todos os itens do TCO de um servidor na empresa e compara com o custo da nuvem em 36 meses. É só trocar os valores de referência pelos da sua empresa. Se preferir, um especialista faz a conta com você no diagnóstico consultivo.
No servidor na nuvem da DATACOR, o custo é mensal, em reais, com backup incluso e licença do Windows Server que pode vir inclusa.
É o custo total de propriedade: tudo o que a empresa gasta para ter e manter um ambiente de TI durante a vida útil dele, incluindo equipamento, licenças, energia, manutenção, equipe e depreciação.
Some o investimento inicial (equipamento, licenças, implantação) com os custos mensais multiplicados pelo período de análise, por exemplo 36 meses. Divida pelo número de meses para ter o custo mensal real.
O TCO mede quanto custa ter e manter um ambiente. O ROI mede quanto uma mudança, como migrar para a nuvem, devolve em relação ao que foi investido.
Porque é um período que permite comparar o investimento em equipamentos, pago no início, com a mensalidade da nuvem, diluída ao longo do tempo.
Nem sempre. Depende do ambiente. Por isso vale fazer a conta com os números reais da empresa antes de decidir.
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