Nuvem híbrida: o que é, como funciona e quando vale a pena
Nuvem híbrida combina servidor na empresa, nuvem privada e nuvem pública. Veja como funciona, exemplos práticos e quando vale a pena para sua empresa.
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O melhor armazenamento em nuvem para empresas depende de como a equipe trabalha. Para arquivos pessoais e colaboração simples, Google Drive e OneDrive resolvem. Para substituir o servidor de arquivos da empresa, com pastas por setor, permissão por usuário, dados no Brasil e backup de verdade, o caminho é um servidor de arquivos na nuvem.
Toda empresa tem uma pasta "Comercial", uma "Financeiro", uma "Projetos". Durante anos, elas ficaram num servidor no canto do escritório. Hoje, a pergunta é para onde levar esses arquivos: Google Drive, OneDrive, Dropbox ou um servidor na nuvem? A resposta muda conforme o tamanho da equipe, o tipo de arquivo e o quanto a empresa depende deles.
Armazenamento em nuvem é guardar os arquivos da empresa num data center, acessados pela internet, em vez de num computador ou servidor dentro do escritório. A equipe abre, edita e compartilha os arquivos de onde estiver, e o fornecedor cuida da estrutura física.
Existem dois grandes caminhos, e eles resolvem problemas diferentes.
Cada pessoa tem o seu espaço e compartilha pastas com os colegas. Funciona muito bem para documentos do dia a dia e edição em conjunto, e costuma vir junto com o e-mail (Google Workspace ou Microsoft 365).
O ponto fraco aparece quando a empresa cresce: os arquivos ficam espalhados nas contas de cada pessoa, a organização por setor depende da disciplina de cada um e, quando alguém sai da empresa, os arquivos podem sair junto com a conta.
É o servidor de arquivos da empresa, só que rodando num data center. As pastas continuam organizadas por setor, com permissão por usuário, do jeito que a empresa já trabalha, mas acessíveis do escritório, de casa ou do celular.
É o modelo indicado para quem tem muitos arquivos, arquivos pesados (projetos, plantas, imagens), dados sensíveis ou precisa controlar quem acessa o quê.
| Critério | Drive e OneDrive | Servidor de arquivos na nuvem |
|---|---|---|
| Organização | Por usuário, com pastas compartilhadas | Por setor, como o servidor da empresa |
| Controle de acesso | Compartilhamento por pasta | Permissão por usuário e por setor, centralizada |
| Quando alguém sai da empresa | Arquivos podem ficar na conta da pessoa | Arquivos continuam na estrutura da empresa |
| Onde ficam os dados | Data centers do provedor, nem sempre no Brasil | Data center no Brasil, no caso da DATACOR |
| Arquivos pesados | Limites de espaço por plano | Espaço dimensionado para a empresa |
| Suporte | Central de ajuda do provedor | Equipe que conhece o seu ambiente |
| Indicado para | Equipes pequenas e documentos do dia a dia | Empresas que querem substituir o servidor de arquivos |
Os dois modelos podem conviver: muitas empresas usam o e-mail e a edição de documentos do Google ou da Microsoft e guardam os arquivos da operação num servidor de arquivos na nuvem.
Esse é o erro mais comum. Ferramentas de sincronização copiam tudo o que acontece, inclusive o que dá errado:
Armazenamento em nuvem precisa de backup separado, de preferência com uma cópia que ninguém consegue apagar. Entenda como montar essa proteção em regra 3-2-1 de backup e veja o backup imutável.
O preço depende de quatro fatores:
Na comparação, vale colocar ao lado o custo de manter o servidor de arquivos no escritório: equipamento, troca a cada poucos anos, energia, climatização e o tempo da equipe. A planilha comparativa on-premise vs cloud ajuda nessa conta.
Um servidor de arquivos na nuvem costuma custar mais que um plano de Drive ou Office por usuário, porque inclui o que esses planos não incluem: backup, servidor com recursos dedicados, dados no Brasil e suporte de quem conhece o ambiente. A comparação justa é com o servidor de arquivos que a empresa mantém hoje, somado ao backup.
O DATACOR Nextcloud leva o servidor de arquivos da empresa para a nuvem: as pastas da empresa ficam acessíveis no escritório, em casa ou em movimento, com compartilhamento controlado e permissão por usuário.
Tudo roda no servidor na nuvem da DATACOR, em data center próprio no Brasil, com recursos dedicados, backup incluso, custo mensal em reais e suporte humano em português. Por incluir backup e recursos dedicados, o investimento é um pouco maior que o de um Drive ou Office convencional, e a proteção também.
Depende do uso. Para documentos do dia a dia e equipes pequenas, Google Drive e OneDrive resolvem. Para substituir o servidor de arquivos da empresa, com pastas por setor, permissão por usuário e dados no Brasil, o melhor é um servidor de arquivos na nuvem.
Não. O Drive sincroniza os arquivos: se algo for apagado ou criptografado por um ransomware no computador, a alteração vai para a nuvem também. Backup é uma cópia separada, que permite voltar a uma versão anterior.
É, quando o fornecedor tem data center com segurança física, controle de acesso, monitoramento e backup. O cuidado principal é controlar quem acessa cada pasta e manter uma cópia de segurança separada.
Num data center do fornecedor. Nos serviços globais, os dados podem ficar fora do Brasil. Na DATACOR, ficam em data center próprio no Brasil, o que simplifica a LGPD.
Depende do volume de dados, do número de usuários, do tempo de retenção do backup e do suporte incluído. Na DATACOR, o valor é mensal, em reais, e montado a partir do que a empresa usa hoje. Por incluir backup e servidor dedicado, costuma ser um pouco mais que um plano de Drive ou Office.
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